
Em tempos de escassez e capitalização da atenção, os recursos cognitivos individuais e demasiadamente orgânicos afiguram-se rarefeitos, especialmente sob as demandas ilimitadas de produtividade. Matéria da New Yorker trata do uso de psicofármacos por jovens universitários visando seu "empoderamento" cognitivo. Psicofármacos clinicamente recomendados para o transtorno e deficit de atenção/hiperatividade, por exemplo, ingressam no roll de drogas cotidianas para o bom rendimento cognitivo.