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sábado, 10 de maio de 2008

"There's no fear of CCTV"


"Police officers monitor CCTV screens in the control room at New Scotland Yard in London.
Photograph: Kirsty Wigglesworth/AFP/Getty images"

"There's no fear of CCTV", lamenta o inspetor encarregado da unidade de polícia metropolitana de Londres. Estudos recentes mostram resultados desprezíveis do investimento massivo em sistemas de CFTV (circuito fechado de tv) no combate ao crime. Conforme matéria do The Guardian, apenas 3% dos roubos de rua foram solucionados a partir do uso de imagens de vídeo-vigilância. A recursividade da lógica policial supõe, contudo, que a sua ineficácia deve-se sempre à escassez de recursos ou ao mau uso dos recursos disponíveis. Noutras palavras, segundo esta lógica, se a vigilância policial falha é porque não há vigilância policial suficiente e/ou inteligente. A pouca evidência de que o uso massivo da videovigilância em espaços públicos previne o crime torna evidente, ainda segundo essa lógica, que é preciso mais videovigilância. As soluções propostas demonstram isso e demandam investimento na elaboração de bancos de dados de imagens e de sistemas de identificação acoplados aos aparatos de CFTV, conforme se pode ver na matéria indicada.

sexta-feira, 11 de abril de 2008

Vigilância mundial cotidiana: curiosidades

No Younghee Jung, algumas curiosidades da vigilância cotidiana mundo afora. Segundo o blog, a imagem abaixo é vista com frequência em ônibus e estações de metrô em Tokyo e sua legenda diz: “We won’t let evil escape”.


Na Coréia do Sul, cartazes divulgam o número telefônico 111, que destina-se a denúncias de espiões (norte coreanos ou industriais), terroristas ou criminosos internacionais.


Em Londres, como não poderia deixar de ser, cartazes em ônibus conclamam os passageiros a confiarem em seus sentidos, atentarem para atitudes suspeitas e, se for o caso, as reportarem aos funcionários do ônibus ou à polícia.