quinta-feira, 4 de outubro de 2007

Estética e banco de dados


Victoria Vesna organiza livro que explora o banco de dados como forma cultural e estética. Database Aesthetics: Art in the Age of Information Overflow "examines the database as cultural and aesthetic form, explaining how artists have participated in network culture by creating data art. The essays in this collection look at how an aesthetic emerges when artists use the vast amounts of available information as their medium. Here, the ways information is ordered and organized become artistic choices, and artists have an essential role in influencing and critiquing the digitization of daily life."
Abaixo, o sumário do livro:

TABLE OF CONTENTS

Acknowledgements
Introduction by Victoria Vesna

Part I. Database Aesthetics

1. Seeing the World in a Grain of Sand: The Database Aesthetics of Everything
Victoria Vesna

2. Database as Symbolic Form
Lev Manovich

3. Ocean, Database, Recut
Grahame Weinbren

4. Waiting for the World to Explode: How Data Converts Into a Novel
Norman Klein

5. The Database as System and Cultural Form: Anatomies of Cultural Narratives
Christiane Paul

6. The Database Imaginary: Memory_Archive_Database v 4.0
Steve Dietz

7. Recombinant Poetics and Related Database Aesthetics
Bill Seaman

8. The Database: An Aesthetics of Dignity
Sharon Daniel

9. Network Aesthetics
Warren Sack

10. Game Engines as Embedded Systems
Robert F. Nideffer

Part II. Artists and Data Projects

11. Stock Market Skirt: The Evolution of the Internet, the Interface and an Idea
Nancy Paterson

12. Pockets Full of Memories
George Legrady

13. The Raw Data Diet, All Consuming Bodies, and the Shape of Things to Come
Lynn Hershman-Leeson

14. Time Capsule: Networking the Biological [Biotech and Trauma]
Eduardo Kac

15. Aesthetics of ecosystm
John Klima

16. Polar
Marko Peljhan

Publication History
Contributors
Index

3 comentários:

Suelen disse...

vivo recebendo e-mails "aumente seu pênis". pô, que banco de dados falho é esse que não percebeu que a minha condição de mulher não me permite aumentar um pênis que eu não possuo?

pode ser um sinal que o controle através de banco de dados, ao invés de individualizar o sujeito, na procura do "público-alvo", acabe por tornar todo mundo número de novo.

Fernanda Bruno disse...

Oi Suelen,
eu também sou vítima desses spams descabidos ;-) A questão é complexa. Sem dúvida, os bancos de dados falham, e muito. Mas eles também 'acertam' e é precisamente aí que eles me preocupam mais, quando têm êxito em atender aos interesses e desejos precisos de cada indivíduo. Afinal, não é precisamente aí que se tornam dispositivos de poder, no sentido positivo do termo? Além disso, é preciso lembrar que individualização e numerização não são processos necessariamente excludentes. Ao contrário, desde a modernidade, ao menos, eles se apoiam mais do que se opõem. Ian Hacking é um bom autor para esse ponto.
um abraço,
Fernanda

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